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Rare Flavours vence o prémio de Melhor Obra de BD de Autor Português nos Prémios de Banda Desenhada da Amadora 2026

Já são conhecidos os vencedores dos Prémios de Banda Desenhada da Amadora (PBDA) 2026. A cerimónia realizou-se a 18 de outubro, no Núcleo Central do Amadora BD, no Parque da Liberdade. Rare Flavours, de Filipe Andrade e Ram V, editado pela Kingpin Books, ganhou o prémio de Melhor Obra de Banda Desenhada de Autor Português, no valor de 10 mil euros.

Os vencedores

Em Melhor Edição Portuguesa de Banda Desenhada, foi premiada O Grande Poder de Chninkel, de Grzegorz Rosinski e Jean Van Hamme, editada pela Arte de Autor. A Fera II, de Zidrou e Frank Pé, publicada pela A Seita, recebeu uma menção honrosa nesta categoria e foi também a Melhor Obra Estrangeira de BD.

O Prémio Revelação foi para A Cada Sete Ondas, de Beatriz Brajal, editada pela Chilli com Carne. Em Melhor Fanzine/Publicação Independente, venceu Palácio #5, de Francisco Sousa Lobo, em autoedição. O Troféu de Honra foi atribuído a João Mascarenhas.

Prémios reforçados

Em 2026, os prémios foram reforçados: o valor para Melhor Obra de Banda Desenhada de Autor Português passou de 5 mil para 10 mil euros e, pela primeira vez, o Prémio Revelação teve um prémio pecuniário, de 3 mil euros. A Melhor Edição Portuguesa de Banda Desenhada foi também distinguida pelo Município da Amadora, que vai adquirir 100 exemplares da obra vencedora.

O júri

O júri foi composto por Rui Cartaxo, presidente do júri e representante do Município da Amadora, Cristina Alves, crítica e especialista em BD, e Luís Louro, autor vencedor do prémio de Melhor Obra de Banda Desenhada de Autor Português em 2025.

Os prémios e o festival

Os PBDA são uma iniciativa da Câmara Municipal da Amadora, no âmbito do Amadora BD, e distinguem desde 1990 autores de banda desenhada portugueses e internacionais. A 37.ª edição do festival tem 14 exposições, com destaque para os 80 anos de Lucky Luke e de Blake & Mortimer, os 65 anos do Quarteto Fantástico, os 40 anos de Dylan Dog, os 25 anos do Menino Triste, de João Mascarenhas, e uma retrospetiva de Guy Delisle.

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