O Cemitério de Praga, de Umberto Eco, ganha uma edição especial com o miolo pintado aos três lados. O romance, passado no século XIX entre Turim, Palermo e Paris, é uma conspiração, uma história de um falsário e uma mentira capaz de atravessar séculos.
A história
Entre Turim, Palermo e Paris, em pleno século XIX, o livro apresenta uma satanista histérica, um abade que morre duas vezes, um bordereau de Dreyfus falso, um Garibaldi artrítico e a disseminação gradual de Os Protocolos dos Sábios de Sião, que viria a inspirar Hitler. Pelo caminho, há maçons e jesuítas que conspiram uns contra os outros, cadáveres num esgoto parisiense, massacres numa Comuna em que se comem ratos e missas negras.
Trata-se de um romance-folhetim de estilo oitocentista em que todas as personagens existiram e fizeram o que lhes é atribuído, exceto o protagonista. Mas quando alguém se movimenta entre serviços secretos, agentes duplos e eclesiásticos pecadores, tudo pode acontecer.

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